
Tudo sobre exigências sanitárias, caixas aprovadas pela IATA e as políticas de Latam, Gol e Azul para animais de estimação em voos domésticos e internacionais.
Resumo
No Brasil, pets voam como carga aérea viva ou na cabine (até 10 kg com caixa). As regras variam por companhia, raças braquicéfalas têm restrições específicas, e a ANAC define os padrões mínimos de bem-estar animal. Entenda o processo completo, a documentação necessária e as alternativas terrestres.
No Brasil, o transporte aéreo de animais de estimação é regulamentado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)[1] e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)[2]. Cada companhia aérea também estabelece políticas próprias, frequentemente mais restritivas que a regulamentação federal.
A maioria das companhias brasileiras aceita animais na cabine quando o conjunto (animal + caixa) não ultrapassa 8 a 10 kg. Animais acima desse limite devem viajar no porão como bagagem especial. A temperatura no compartimento de carga deve permanecer entre 7 °C e 29 °C, conforme as Live Animals Regulations da IATA[3].
As Live Animals Regulations da IATA[3] exigem que a caixa permita ao animal ficar em pé, se virar completamente e deitar em posição natural. Requisitos mínimos:
O MAPA exige Atestado de Saúde Animal (ASA) emitido por médico veterinário habilitado, com validade de 10 dias para voos domésticos[2]. Para voos internacionais, as exigências variam conforme o país de destino e podem incluir testes sorológicos antirrábicos, microchipagem ISO 11784/11785 e declarações específicas.
Raças braquicéfalas — Buldogue Inglês, Buldogue Francês, Pug, Shih Tzu, Boston Terrier, Boxer, Persa e similares — são proibidas no porão pela maioria das companhias brasileiras. Evidências clínicas documentam maior risco de comprometimento respiratório sob estresse, variação de pressão e temperatura elevada nessas raças[3][4]. Algumas companhias também restringem essas raças na cabine.
As políticas das companhias mudam com frequência. Confirme as regras diretamente com a companhia no momento da compra — alterações entre a reserva e o embarque são possíveis.
Revisão técnica
Dra. Patricia Eliza de Almeida, MS, PhDMédica-Veterinária · CRMV-SP 10930 · Fundadora da Vaibicho
Este conteúdo foi revisado por médica-veterinária registrada e é de caráter exclusivamente informativo e educativo. Não substitui avaliação clínica e consulta com médico-veterinário.
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